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Estudos Medievais

Encontros Meridianum 2016.2
Publicado em 05/09/2016 às 15:15

Nossos encontros do MERIDIANUM (Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais) serão nas seguintes datas:

26/08 – Apresentações e organização do calendário

02/09 – Apresentação de Capítulo do Livro – Autora: Anna Carla Martins

16/09 – Discussão de texto:

GUMBRECHT, Hans Ulrich. Produção de Presença: o que o sentido não consegue transmitir. Tradução de Ana Isabel Soares. Rio de Janeiro: Contraponto: Ed. PUC-Rio, 2010. CAPÍTULO: Para além do sentido: posições e conceitos em movimento, pp. 75-118

30/09 - Discussão de texto:

Escudé, Carlos. Neoplatonismo y pluralismo filosofico Medieval: un enfoque politológico. Dezembro de 2011.

07/10 – Aberto

21/10 – Apresentação de Capítulo do Livro – Autores: Cristina Ohana e Rodrigo Bonaldo

04/11 – Apresentação de Pesquisa: Mariana Paolozzi

11/11 - Apresentação do Capítulo do Livro – Autores: Raisa Sagredo e Rodolpho Bastos

Encontros do Meridianum 2016.1
Publicado em 22/03/2016 às 17:22

Nossos encontros do MERIDIANUM (Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais) serão nas seguintes datas:
01-abril -
RICOUER Paul – Tempo e Narrativa – Tomo-III; TEMPO DA ALMA E TEMPO DO MUNDO pp. 19-40.
15-abril -
LÖW, Martina. O Spatial turn: para uma sociologia do espaço.
29-abril -
GUMBRECHT, Hans Ulrich. A presenca realizada na linguagem: com atenção especial para a presença do passado.
20-maio -
Prof. Dr. João Lupi – Os poemas de Boécio e a ordem do universo.
03-junho -
Daniel Lula Costa – O duplo nas visões de mundo do pós-morte medieval: O caso da divina comédia.
Murilo Jacomel
17-junho -
Rodolpho Bastos
Anna C
24-junho -
Prof. Dr. Rodrigo Bonaldo – Lembrança de roma desde toledo: Ibn Daud e a experiência do tempo (século XII)
Rodrigo Prates de Andrade - Graças divinas, feitos sagrados: um regime de historicidade cristão no Llibre dels Feyts
Sempre às 14:00 na sala 312 – Bloco D – CFH/UFSC.
Venha participar!

Proposta do GT ANPUH/SC de História Antiga e Medieval para o Debate sobre a BNCC
Publicado em 23/02/2016 às 6:43

Proposta do GT ANPUH/SC de História Antiga e Medieval

para discussão da Base Nacional Comum Curricular 

Segundo a proposta da Base Nacional Comum Curricular, “uma questão central para o componente curricular de História são os usos das representações sobre o passado, em sua interseção com a interpretação do presente e a construção de expectativas para o futuro.” Ou seja, a questão essencial não é qual o conteúdo que deve ser trabalhado, mas qual a função que se quer atribuir ao ensino de história em nosso país. Na leitura da proposta da BNCC, compreendemos que o que está em perspectiva é a construção da consciência de cidadania. Mas qual cidadania? A dos cidadãos brasileiros perante o mundo ou dos cidadãos brasileiros no mundo? A experiência cotidiana como ponto de partida só tem valor como ferramenta na constituição das ações, quando o ser ou cidadão também percorre a longa jornada através das motivações futuras de emancipação, projetos e utopias, ao mesmo tempo em que alcança a percepção que a experiência humana milenar também o constitui.

Somos a favor da defesa do ensino de História como parte integrante da didática da História, uma disciplina que lida com reflexões, estudos e análises de ações essencialmente humanas, que lança seu olhar sobre objetos que são diversos, tanto cronológica quanto geograficamente. Não somos, definitivamente, favoráveis à (re)produção de uma história excludente, desconectada e isolada de outras visões historiográficas, outras temáticas e outras sociedades.O mosaico de formações culturais que verificamos nos diversos regionalismos brasileiros pode servir como motivação para a reflexão de que é exatamente na riqueza da diversidade humana que encontramos a matéria que nos reúne e nos constitui como uma comunidade. E, em um mosaico maior, a diversidade cultural regional brasileira não está desconectada das formações históricas mundiais. Consideramos que as histórias local, regional e nacional precisam ser ensinadas em relação a uma história da humanidade e como parte dela: nem centro, nem periferia. Uma vez compreendido isto, e em sintonia com o que a historiografia internacional tem chamado de “transnational history” ou “world history”, a área de História na Base Nacional Curricular Comum brasileira não pode deixar de apresentar referências diretas e específicas ao seu passado antigo e medieval. Afinal, o Brasil foi e é constituído pelas matrizes africanas e indígenas (devidamente apresentadas na primeira proposta do documento de base aberta à consulta pública), mas também pelas europeias. Porém, na formação da cidadania crítica e consciente, o ensino de História deve transcender identidades nacionais em direção ao reconhecimento de outras culturas. Por isso, o estudo de quaisquer sociedades em diferentes temporalidades nos interessa na mesma medida.

A considerar essas perspectivas, o GT de História Antiga e Medieval da ANPUH/SC propõe a “descolonização” da História. Uma história medieval e moderna não precisa ser uma história da Europa, deve ser, por outro lado, uma história da África, da Ásia, da América e da Europa inter-relacionadas, por exemplo, pelas rotas comerciais, pelas convivências e conflitos religiosos, pela busca e troca de conhecimento e também, é claro, pela exploração e disputa de poder. Da mesma forma que uma História da Idade Média não deve ser contada a partir da Europa, uma história da África não deve ser contada a partir do Brasil, o que reforçaria uma perspectiva centrada na identidade nacionalista, a qual todos queremos combater. Objetivamente, propomos temas como: a história das sociedades bizantina, islâmica, africana, celta, mongol, turca, chinesa, germânica, judaica  na Idade Média, bem como suas formações políticas, sociais, religiosas, jurídicas e econômicas, a considerar o convívio e o conflito entre elas, e que essas só podem ser abordadas e compreendidas a partir de um estudo da História que ultrapasse as fronteiras cronológicas e geográficas. Pois, nenhuma dessas sociedades desenvolveu-se isolada das outras. Da Antiguidade, torna-se incontornável que em um texto como o da BNCC conste a obrigatoriedade do ensino da História das Culturas do Vale do Indo e do Rio Amarelo, das Culturas Cuneiformes, Persa, e do Israel Antigo, das sociedades africanas antigas, como aquelas do Egito pré-dinástico e faraônico, da Núbia, do Reino de Kush, etc., bem como a História das Sociedades Mediterrâneas Antigas, como a grega e a romana. Do mesmo modo, do período medieval, temas como as formações dos reinos europeus, o debate sobre o feudalismo, o nascimento, institucionalização, expansão e rupturas da História da Igreja cristã, as Cruzadas, as guerras, as epidemias e as relações de gênero na Idade Média igualmente não podem ser excluídos da formação dos estudantes brasileiros. A extensão deste repertório pode parecer impraticável, mas o caminho para a abordagem reflexiva desses temas está na perspectiva da interconexão da História que nossos jovens devem poder experimentar.

O não delineamento e desenvolvimento de temas desta natureza podem fazer com que reflexões historiográficas mais abrangentes deixem de ser desenvolvidas, o que causaria o imenso défice teórico, bem como carência de orientação e sentido das temáticas históricas nacionais.  Além disso, aumentaria o fosso de desigualdade entre os jovens brasileiros de classes sociais diferentes, uma vez que as famílias com melhor condição financeira e social teriam maior facilidade de acessar outros meios de difusão de conhecimento da história universal para seus filhos, criando castas intelectuais. É necessário ser compreendido, que o combate a uma história eurocêntrica não deve ser feito pela recusa ou pelo silêncio, mas pela crítica descolonizadora, somente possível por meio do conhecimento crítico da história mundial. Nossos jovens devem ser capazes de debater e criticar, principalmente, quando houver a necessidade de diálogos em contextos internacionais. Eles possuem o direito ao conhecimento para além dos filmes e jogos de temática antiga e medieval.

Assim sendo, acreditamos que trabalhar com a diversidade temática no ensino de História seja uma ferramenta fundamental para se combater visões centralistas unilaterais do passado e socialmente excludentes, justamente, no momento presente mundial, o qual se movimenta no sentido contrário, o da integração, do respeito à diversidade e à tolerância, do conhecimento do outro e, por fim, de nós mesmos. Por esse caminho, o jovem brasileiro pode encontrar sua consciência de cidadania não através do orgulho de uma identidade nacional, repetindo sistemas de exclusão, mas pelo entendimento que a história não é brasileira, chinesa ou europeia, mas humana, dos homens no tempo, e que de alguma forma, por mais distante temporal e espacialmente que uma história possa parecer, ou mais diversa, essa história também o constitui.

GEFeM – Encontros 2015.2.
Publicado em 14/08/2015 às 11:47

Grupo de Estudos Medievais do Feminino e Masculino Medieval convida a todas e todos a somarem-se nas leituras e discussões de textos sobre a sociedade medieval e as relações de gênero. Este semestre continuaremos com os encontros periódicos na sala do Meridianum. Em nosso primeiro encontro do semestre 2015.2, dia 21 de agosto, às 14:00, discutiremos a obra A Mulher na Idade Média do professor da UFRGS José Rivair Macedo. Salientamos que os encontros e leituras indicadas serão divulgados no calendário do site do Meridianum, que encontra-se na parte superior da coluna à direita.

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CONVITE – II Exposição “Guerreiros: do Bronze ao Aço”
Publicado em 11/08/2015 às 22:18

15495436199_2668198259_oArmaduras de guerreiros da Idade Média, legionários romanos e samurais estarão expostas no Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC), em Florianópolis a partir do dia 14 de agosto. A segunda edição da exposição “Guerreiros: do bronze ao aço” – uma iniciativa da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e organizada pelo SCAM Grupo de Recriação Histórica e Cultural -, segue até o dia 11 de outubro com entrada gratuita.

Inserido em projetos do departamento de História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o SCAM produz, desde 2002, armas, armaduras e equipamentos usados por guerreiros de diferentes épocas da história, principalmente da Idade Média. Todo o equipamento é fabricado pelo grupo e utilizado para treinamento e competições.

Gratuita e aberta à visitação de escolas e ao público em geral – inclusive com visitas guiadas -, a exposição “Guerreiros: do bronze ao aço” também oferecerá oficinas de tiro com arco e de espada medieval, além de demonstrações e a realização do 1º Torneio Catarinense de Arquearia e Combate Medieval.

Programação completa

Evento

Mais informações: mhsc@fcc.sc.gov.br | (48) 3665-6365

 

Encontros Meridianum 2015.2
Publicado em 11/08/2015 às 15:14

O Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais – Meridianum retoma os seus encontros no segundo semestre letivo de 2015, a partir do dia 14 de Agosto. Nesse semestre o grupo focará suas atividades na discussão do livro Arte y Belleza en la Estética Medieval” do filosofo italiano Umberto Eco.

As reuniões serão realizadas no Bloco D do CFH (Centro de Filosofias e Ciências Humanas) na sala 312 às 14h.

Segue a baixo o cronograma:

14  de Agosto

28 de Agosto

11 de Setembro

25 de Setembro

09 de Outubro

23 de Outubro

06 de Novembro

20 de Novembro

IV Colóquio Meridianum – O MAL
Publicado em 08/04/2015 às 9:33

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O Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais – Meridianum convida todos os interessados a participar do IV Colóquio de Estudos Medievais, tendo como temática O Mal. O evento será realizado entre os dias 23 e 24 de Abril, no auditório do Centro de Filosofia e Ciências Humanas – CFH/UFSC.

PROGRAMAÇÃO

Dia 23/04 – Quinta-feira

14h30 - Palestra: “A Ambiguidade do Mal e a Salvação do Diabo”
(Prof. Dr. João Lupi – UFSC)

18h30 – Palestra: “Continuidades e Transformações na Construção da Serva do Diabo: da Eva tentadora à bruxa demoníaca”
(Profa. Dra. Sílvia Liebel – UDESC)

 

Dia 24/03 – Sexta-feira

14h30 – Palestra: “A Gramática do Mal em Anselmo de Cantuária”
(Prof. Dr. Paulo Ricardo Martines – UEM)

16h30 – Palestra: “Escatologia Hibérnica – O fim dos tempos na tradição Hiberno-Latina”
(Prof. Dr. Dominique Santos – FURB)

 

MESAS DE APRESENTAÇÕES DE PESQUISA

Dia 23/04 – Quinta-feira

16h30 - Mesa I

  • “Satanás, funcionário de YHWH” (Elaine Melim – Graduada em Filosofia – UFSC)
  • Sobre a morte e o morrer na Idade Média: reflexões a partir da “Ars Moriendi” (século XV) – (Alisson Sonaglio – Graduando de História – FURB)
  • “As Noções de Livre-arbítrio em Santo Agostinho e no Reformador João Calvino” (Alexandre Drausio Rodrigues Fortes - Graduando em Filosofia – UFSC)

 Dia 24/04 – Sexta-feira

9h – Mesa II

  •  “A besta por trás do mito: uma leitura da representação de Lúcifer no Inferno de Dante. (Daniel Lula da Costa – Doutorando em História Cultural – UFSC)
  • “A natureza é a Igreja de Satã”: saberes e práticas da heresia cátara medieval e sua expressão no filme Anticristo de Lars Von Trier (2009).  (Adriano Denovac – Graduado em História – UFSC)
  • “Entre inimigos e anjos: o Llibre dels Feyts e as relações entre cristãos e muçulmanos na Coroa de Aragão (1213-1276)”  (Rodrigo Prates de Andrade – Mestrando em História Cultural – UFSC)

10h 30 – Mesa III

  • “Mais feio que o Diabo: O simbolismo por trás das representações medievais do Demônio”. (Guilherme  Raul Blaese Pasold  – Graduando em História – UFSC)
  • “Minervas medievais: as donzelas em De mulieribus claris e A Cidade das Damas” (Leonardo de Lara  Cardoso- Graduando em História – UFSC)
  • As várias faces do mal: analisando o imaginário medieval a partir das representações do diabo nas iconografias religiosas (Kahina Thirsa e Hugo Grubert – Graduandos em História – FURB)

Inscrições gratuitas através do e-mail –  meridianum.ufsc@gmail.com, para o qual devem ser enviados o nome completo e o CPF do participante.
Serão emitidos certificados de 16 horas para aqueles que tiverem 75% de presença.

GEFeM – Grupo de Estudos do Feminino e Masculino Medieval
Publicado em 01/04/2015 às 13:42

LOGO GEFeMGrupo de Estudos Medievais do Feminino e Masculino Medieval criado este semestre 2015.1 tem por objetivo estudar e debater sobre a relação de gênero nos mais diversos períodos da Idade Média. Nossos encontros são construídos conjuntamente, desde a escolha dos textos até as metodologias de discussão. GEFeM faz parte do Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais, MERIDIANUM, portanto estão convidadxs estudantes das diversas áreas das ciências humanas e demais interessados a participarem de nossos encontros. Para baixar os textos de cada encontro basta acessar o Calendário de eventos do site do Meridianum, disponível na coluna à direita. A consulta é realizada clicando nas datas que tem encontro. E os textos serão adicionados conforme definidos nos encontros.

Este semestre 2015.1 teremos encontros quinzenais, nas respectivas datas:

 10 e 24 de abril - 8 e 22 de Maio - 19 de Junho - 3 de Julho

Dúvidas, sugestões: gefem.ufsc@gmail.com

 

Encontros Meridianum 2015/1
Publicado em 13/03/2015 às 17:28

O Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais – Meridianum retorna os seus encontros no primeiro semestre letivo de 2015, a partir do dia 13 de Março. Nesse semestre o grupo focará suas atividades nas pesquisas desenvolvidas por membros do Meridianum (estudantes da graduação e pós-graduação dos cursos de História e Filosofia) em formato de comunicação oral.

As reuniões serão realizadas no Bloco D do CFH (Centro de Filosofias e Ciências Humanas) na sala 312 às 14h. Textos na pasta Meridianum no xerox do CFH.

Segue a baixo o cronograma:

13 de Março – “A Negação da Idade Média e as Fraturas do Estado-Nação”

Mestrando em História Rodrigo Prates Andrade

 27 de Março – “Considerações sobre a Representação Simbólica do Primeiro Vale do Sétimo Círculo do Inferno Dantesco”

Doutorando em História Daniel Lula Costa

 10 de Abril – Apontamentos sobre a Nova Periodização da República Romana”

Graduando em História Vinícius Aleixo Fedel

 23 – 24 de Abril – IV Colóquio de Estudos Medievais

 08 de Maio - “As Noções de Livre-arbítrio em Santo Agostinho e no Reformador João Calvino”

Graduando em Filosofia Alexandre Drausio Rodrigues Fortes

     -A Influência de Santo Agostinho sobre o Pensamento Jurídico da era Carolíngia no que Concerne às Relações entre Igreja e Poder Temporal”

Mestranda em Direito Anna Clara Lehmann Martins

 22 de Maio – A Construção da Figura de Satã Como a Conhecemos Hoje”

Graduando em História Guilherme Raul Blaese Pasold

     - Leituras de Minerva em Cristine de Pisan e Boccaccio no século XIV”

Graduando em História Leonardo de Lara Cardoso

19 de Junho – “Sobre os Sarracenos e Sobre Outras Gentes: Uma Retórica da Alteridade no Llibre del Rei en Pere (1280-1287)

Mestrando em História Rodrigo Prates Andrade

    – “Do Mediterrâneo ao Atlântico: As Correntes Orientais nas Cantiga Medievais Ibéricas”

Graduando Fabrício Massaneiro Oliveira e Silva

Meridianum, seus encontros e SUA CASA!
Publicado em 20/10/2014 às 16:50

É com grande alegria que divulgamos o primeiro encontro do Meridianum em sua nova casa. Esta fica no Bloco D, Sala 312 do Centro de Filosofia e Ciências Humanas. No encontro de hoje debatemos sobre conceitos de Verdade, nos baseando na Seção 4 – A verdade existe? Como se relaciona à sua vida?  do Livro: Porque jamais existiu uma Idade Média? - (org.) Prof. Dra. Mariana Paolozzi e Graduanda em Filosofia: Neusa Monteiro.  Mantemos aqui nossos convite à todas e todos que tiverem interesse em debater sobre Idade Média de forma interdisciplinar a juntarem-se a nós. Nosso próximo encontro será dia 03 de novembro e como pode ser visto clicando na data em azul no calendário a direita, será sobre A Morte e A Razão (Seções 5 e 6 do livro citado acima). Nossos encontros serão regados a uma discussão histórica e filosófica, além de chás, cafés e biscoitos.

1º encontro na nova sede

1º encontro na nova sede

1º encontro na nova sede

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