MERIDIANUM – Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais
  • Seminários Histórias Possíveis

    Publicado em 30/05/2017 às 10:54

    O Programa de Pós-Graduação em História da UFSC promove Seminários “Histórias Possíveis”, encontros mensais de professores e alunos do PPGHST/UFSC, organizados em torno da apresentação e debate de trabalhos de pesquisa. A palestra deste mês será proferida pela Professora Dra. Aline Dias da Silveira (PPGHST – UFSC). Data 01 de junho (quinta-feira) Horário: 16:00 Local MiniAuditório do CFH

     

     

     

     


  • V Colóquio de Estudos Medievais – Movimento do Saber

    Publicado em 30/04/2017 às 18:55

    >>CLIQUE AQUI<< E INSCREVA-SE!!!

    CERTIFICADOS DE 4 HORAS

    O Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais – Meridianum – convida para a palestra do Professor Dr. Otávio Luiz Vieira Pinto (University of Leeds/NEMED – UFPR).  Data: 17 de maio (quarta-feira) Horário: 18h30min Local: MiniAuditório do CFH. 

    Esta palestra tem por objetivo explorar a dimensão global das trocas comerciais e culturais entre Oriente e Ocidente a partir do emblemático caso do “contrabando dos Bichos da Seda” no século VI. Historiadores gregos narram que dois monges que pregavam o cristianismo na Índia, ao chegarem à corte de Constantinopla e detalharem ao imperador Justiniano o processo de feitura da seda, foram incumbidos com a tarefa de trazer, através de uma incrível jornada pelas montanhas e desertos da Ásia Central, ovos e larvas de Bicho da Seda para que, finalmente, este caríssimo e importante material pudesse ser produzido no Império Bizantino. Este caso anedótico exemplifica a importância do controle de rotas comerciais e do conhecimento trocado entre culturas tão distantes, como a romana e a chinesa. Entender o mundo da Rota da Seda e seu papel fundamental para o funcionamento e manutenção material do universo mediterrânico nos revela uma Antiguidade Tardia conectada, viva e mesmo “globalizada”, em que saberes e práticas estavam em constante movimento.

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  • V Colóquio de Estudos Medievais – Movimento do Saber

    Publicado em 05/04/2017 às 9:17

    INSCRIÇÕES NO LOCAL

    CERTIFICADOS DE 4 HORAS

    O Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais – Meridianum – convida para a palestra dos Professores Igor Salomão Teixeira (UFRGS) e Rodrigo Bonaldo (UFSC).  Data: 10 de abril (segunda-feira) Horário: 9h Local: Mini-Auditório do CFH. Mais detalhes seguem no cartaz abaixo.

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  • V Coloquio Meridianum – Palestra 10 de março de 2017

    Publicado em 04/03/2017 às 14:02

    INSCRIÇÕES NO LOCAL

    CERTIFICADOS DE 4 HORAS

    O Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais – Meridianum – convida para a palestra do Prof. Gerhard Lubich, Professor da Ruhr-Universität Bochum e pesquisador da Regesta Imperii e da Akademie der Wissenschaften, no dia 10/03. A palestra, com certeza, é do interesse de todos, pois tratará de uma nova metodologia de pesquisa, a Digital Humanities. Título da Palestra: “Perspectivas da Digital Humanities e a Medievística: considerações entusiásticas de um usuário” Data: 10 de março (sexta-feira) Horário: 18h30 Local: Mini-Auditório

    V Colóquio Meridianum2017


  • PUBLICAÇÃO MERIDIANUM – “Porque jamais existiu uma Idade Média e temas afins”

    Publicado em 30/09/2016 às 17:30

     

    Capa-livro

    As Edições do Bosque, do Centro de Filosofia e Ciências Humanas (CFH/UFSC), acaba de publicar o livro “Porque jamais existiu uma Idade Média e temas afins. Um livro para quem gosta de Filosofia”, organizado por Mariana Paolozzi Sérvulo da Cunha e Neusa Monteiro.

    Sobre a obra

    Todos os temas do livro relacionam-se aos questionamentos sobre a “não existência” da Idade Média. A partir da discussão sobre a necessidade de uma nova cronologia para nossa história, e de reflexões sobre os períodos patrístico (notadamente Agostinho) e escolástico, foram apresentados assuntos que têm algo a ver com esses períodos. A estereotipia Idade Média igual a “astenia cultural”, “domínio irrestrito da Igreja”, ou “fanatismo religioso” vem retrocedendo. A Idade Média concebida como Idade das Trevas — um desses desvios históricos cuja anomalia o distanciamento torna cada vez mais patente – lentamente perde força. À lenda negra dos renascentistas e iluministas contrapõe-se a lenda rosa dos românticos: a Idade Média representaria não a derrocada (barbárie), mas o auge da civilização ocidental, em que se teriam realçados os valores espirituais. Não se trata apenas de uma questão terminológica (a expressão “Idade Média” já seria em si mesma preconceituosa e arbitrária) e, portanto, de criticar uma cronologia hoje obsoleta, que divide a História Ocidental, a partir de uma visão eurocêntrica, em três períodos presos a uma camisa de força conceitual.

    O livro tem acesso livre pelo link.


  • Encontros Meridianum 2016.2

    Publicado em 05/09/2016 às 15:15

    Nossos encontros do MERIDIANUM (Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais) serão nas seguintes datas:

    26/08 – Apresentações e organização do calendário

    02/09 – Apresentação de Capítulo do Livro – Autora: Anna Carla Martins

    16/09 – Discussão de texto:

    GUMBRECHT, Hans Ulrich. Produção de Presença: o que o sentido não consegue transmitir. Tradução de Ana Isabel Soares. Rio de Janeiro: Contraponto: Ed. PUC-Rio, 2010. CAPÍTULO: Para além do sentido: posições e conceitos em movimento, pp. 75-118

    30/09 – Discussão de texto:

    Escudé, Carlos. Neoplatonismo y pluralismo filosofico Medieval: un enfoque politológico. Dezembro de 2011.

    07/10 – Aberto

    21/10 – Apresentação de Capítulo do Livro – Autores: Cristina Ohana e Rodrigo Bonaldo

    04/11 – Apresentação de Pesquisa: Mariana Paolozzi

    11/11 – Apresentação do Capítulo do Livro – Autores: Raisa Sagredo e Rodolpho Bastos


  • Encontros do Meridianum 2016.1

    Publicado em 22/03/2016 às 17:22
    Nossos encontros do MERIDIANUM (Núcleo Interdisciplinar de Estudos Medievais) serão nas seguintes datas:
    01-abril –
    RICOUER Paul – Tempo e Narrativa – Tomo-III; TEMPO DA ALMA E TEMPO DO MUNDO pp. 19-40.
    15-abril
    LÖW, Martina. O Spatial turn: para uma sociologia do espaço.
    29-abril
    GUMBRECHT, Hans Ulrich. A presenca realizada na linguagem: com atenção especial para a presença do passado.
    20-maio
    Prof. Dr. João Lupi – Os poemas de Boécio e a ordem do universo.
    03-junho
    Daniel Lula Costa – O duplo nas visões de mundo do pós-morte medieval: O caso da divina comédia.
    Murilo Jacomel
    17-junho
    Rodolpho Bastos
    Anna C
    24-junho
    Prof. Dr. Rodrigo Bonaldo – Lembrança de roma desde toledo: Ibn Daud e a experiência do tempo (século XII)
    Rodrigo Prates de Andrade – Graças divinas, feitos sagrados: um regime de historicidade cristão no Llibre dels Feyts
    Sempre às 14:00 na sala 312 – Bloco D – CFH/UFSC.
    Venha participar!

  • Proposta do GT ANPUH/SC de História Antiga e Medieval para o Debate sobre a BNCC

    Publicado em 23/02/2016 às 6:43

    Proposta do GT ANPUH/SC de História Antiga e Medieval

    para discussão da Base Nacional Comum Curricular 

    Segundo a proposta da Base Nacional Comum Curricular, “uma questão central para o componente curricular de História são os usos das representações sobre o passado, em sua interseção com a interpretação do presente e a construção de expectativas para o futuro.” Ou seja, a questão essencial não é qual o conteúdo que deve ser trabalhado, mas qual a função que se quer atribuir ao ensino de história em nosso país. Na leitura da proposta da BNCC, compreendemos que o que está em perspectiva é a construção da consciência de cidadania. Mas qual cidadania? A dos cidadãos brasileiros perante o mundo ou dos cidadãos brasileiros no mundo? A experiência cotidiana como ponto de partida só tem valor como ferramenta na constituição das ações, quando o ser ou cidadão também percorre a longa jornada através das motivações futuras de emancipação, projetos e utopias, ao mesmo tempo em que alcança a percepção que a experiência humana milenar também o constitui.

    Somos a favor da defesa do ensino de História como parte integrante da didática da História, uma disciplina que lida com reflexões, estudos e análises de ações essencialmente humanas, que lança seu olhar sobre objetos que são diversos, tanto cronológica quanto geograficamente. Não somos, definitivamente, favoráveis à (re)produção de uma história excludente, desconectada e isolada de outras visões historiográficas, outras temáticas e outras sociedades.O mosaico de formações culturais que verificamos nos diversos regionalismos brasileiros pode servir como motivação para a reflexão de que é exatamente na riqueza da diversidade humana que encontramos a matéria que nos reúne e nos constitui como uma comunidade. E, em um mosaico maior, a diversidade cultural regional brasileira não está desconectada das formações históricas mundiais. Consideramos que as histórias local, regional e nacional precisam ser ensinadas em relação a uma história da humanidade e como parte dela: nem centro, nem periferia. Uma vez compreendido isto, e em sintonia com o que a historiografia internacional tem chamado de “transnational history” ou “world history”, a área de História na Base Nacional Curricular Comum brasileira não pode deixar de apresentar referências diretas e específicas ao seu passado antigo e medieval. Afinal, o Brasil foi e é constituído pelas matrizes africanas e indígenas (devidamente apresentadas na primeira proposta do documento de base aberta à consulta pública), mas também pelas europeias. Porém, na formação da cidadania crítica e consciente, o ensino de História deve transcender identidades nacionais em direção ao reconhecimento de outras culturas. Por isso, o estudo de quaisquer sociedades em diferentes temporalidades nos interessa na mesma medida.

    A considerar essas perspectivas, o GT de História Antiga e Medieval da ANPUH/SC propõe a “descolonização” da História. Uma história medieval e moderna não precisa ser uma história da Europa, deve ser, por outro lado, uma história da África, da Ásia, da América e da Europa inter-relacionadas, por exemplo, pelas rotas comerciais, pelas convivências e conflitos religiosos, pela busca e troca de conhecimento e também, é claro, pela exploração e disputa de poder. Da mesma forma que uma História da Idade Média não deve ser contada a partir da Europa, uma história da África não deve ser contada a partir do Brasil, o que reforçaria uma perspectiva centrada na identidade nacionalista, a qual todos queremos combater. Objetivamente, propomos temas como: a história das sociedades bizantina, islâmica, africana, celta, mongol, turca, chinesa, germânica, judaica  na Idade Média, bem como suas formações políticas, sociais, religiosas, jurídicas e econômicas, a considerar o convívio e o conflito entre elas, e que essas só podem ser abordadas e compreendidas a partir de um estudo da História que ultrapasse as fronteiras cronológicas e geográficas. Pois, nenhuma dessas sociedades desenvolveu-se isolada das outras. Da Antiguidade, torna-se incontornável que em um texto como o da BNCC conste a obrigatoriedade do ensino da História das Culturas do Vale do Indo e do Rio Amarelo, das Culturas Cuneiformes, Persa, e do Israel Antigo, das sociedades africanas antigas, como aquelas do Egito pré-dinástico e faraônico, da Núbia, do Reino de Kush, etc., bem como a História das Sociedades Mediterrâneas Antigas, como a grega e a romana. Do mesmo modo, do período medieval, temas como as formações dos reinos europeus, o debate sobre o feudalismo, o nascimento, institucionalização, expansão e rupturas da História da Igreja cristã, as Cruzadas, as guerras, as epidemias e as relações de gênero na Idade Média igualmente não podem ser excluídos da formação dos estudantes brasileiros. A extensão deste repertório pode parecer impraticável, mas o caminho para a abordagem reflexiva desses temas está na perspectiva da interconexão da História que nossos jovens devem poder experimentar.

    O não delineamento e desenvolvimento de temas desta natureza podem fazer com que reflexões historiográficas mais abrangentes deixem de ser desenvolvidas, o que causaria o imenso défice teórico, bem como carência de orientação e sentido das temáticas históricas nacionais.  Além disso, aumentaria o fosso de desigualdade entre os jovens brasileiros de classes sociais diferentes, uma vez que as famílias com melhor condição financeira e social teriam maior facilidade de acessar outros meios de difusão de conhecimento da história universal para seus filhos, criando castas intelectuais. É necessário ser compreendido, que o combate a uma história eurocêntrica não deve ser feito pela recusa ou pelo silêncio, mas pela crítica descolonizadora, somente possível por meio do conhecimento crítico da história mundial. Nossos jovens devem ser capazes de debater e criticar, principalmente, quando houver a necessidade de diálogos em contextos internacionais. Eles possuem o direito ao conhecimento para além dos filmes e jogos de temática antiga e medieval.

    Assim sendo, acreditamos que trabalhar com a diversidade temática no ensino de História seja uma ferramenta fundamental para se combater visões centralistas unilaterais do passado e socialmente excludentes, justamente, no momento presente mundial, o qual se movimenta no sentido contrário, o da integração, do respeito à diversidade e à tolerância, do conhecimento do outro e, por fim, de nós mesmos. Por esse caminho, o jovem brasileiro pode encontrar sua consciência de cidadania não através do orgulho de uma identidade nacional, repetindo sistemas de exclusão, mas pelo entendimento que a história não é brasileira, chinesa ou europeia, mas humana, dos homens no tempo, e que de alguma forma, por mais distante temporal e espacialmente que uma história possa parecer, ou mais diversa, essa história também o constitui.


  • GEFeM – Encontros 2015.2.

    Publicado em 14/08/2015 às 11:47

    Grupo de Estudos Medievais do Feminino e Masculino Medieval convida a todas e todos a somarem-se nas leituras e discussões de textos sobre a sociedade medieval e as relações de gênero. Este semestre continuaremos com os encontros periódicos na sala do Meridianum. Em nosso primeiro encontro do semestre 2015.2, dia 21 de agosto, às 14:00, discutiremos a obra A Mulher na Idade Média do professor da UFRGS José Rivair Macedo. Salientamos que os encontros e leituras indicadas serão divulgados no calendário do site do Meridianum, que encontra-se na parte superior da coluna à direita.

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  • CONVITE – II Exposição “Guerreiros: do Bronze ao Aço”

    Publicado em 11/08/2015 às 22:18

    15495436199_2668198259_oArmaduras de guerreiros da Idade Média, legionários romanos e samurais estarão expostas no Museu Histórico de Santa Catarina (MHSC), em Florianópolis a partir do dia 14 de agosto. A segunda edição da exposição “Guerreiros: do bronze ao aço” – uma iniciativa da Fundação Catarinense de Cultura (FCC) e organizada pelo SCAM Grupo de Recriação Histórica e Cultural -, segue até o dia 11 de outubro com entrada gratuita.

    Inserido em projetos do departamento de História da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), o SCAM produz, desde 2002, armas, armaduras e equipamentos usados por guerreiros de diferentes épocas da história, principalmente da Idade Média. Todo o equipamento é fabricado pelo grupo e utilizado para treinamento e competições.

    Gratuita e aberta à visitação de escolas e ao público em geral – inclusive com visitas guiadas -, a exposição “Guerreiros: do bronze ao aço” também oferecerá oficinas de tiro com arco e de espada medieval, além de demonstrações e a realização do 1º Torneio Catarinense de Arquearia e Combate Medieval.

    Programação completa

    Evento

    Mais informações: mhsc@fcc.sc.gov.br | (48) 3665-6365